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Dicas para a retomada #3 – Simplifique

Das diversas reflexões que a pandemia trouxe consigo, uma diz respeito à essencialidade das coisas.

Muitos puderam perceber, na prática, o que é realmente fundamental p/ a vida, e o que entra no rol do que é secundário ou, mesmo, supérfluo.

No campo dos processos organizacionais, p/ muitas empresas este tempo de crise também serviu e está servindo p/ refletir sobre o fluxo de suas rotinas: quais peças são fundamentais na engrenagem, e quais aquelas que não fazem tanta diferença e, quiçá, despendem recursos, tempo e energia, desnecessariamente.

Os “intermediários” dos processos – sejam pessoas, fornecedores ou subprocessos – também se tornaram mais visíveis, à luz da atual crise. Alguns seguem firmes, necessários de fato para que os objetivos das empresas aconteçam. Outros, no entanto, foram revisados e repensados, e tiveram sua importância redimensionada p/ menos.

Colaboram p/ essa “revisão geral” a aceleração de tecnologias exigidas pelas novas formas de fazer as coisas, e demandadas pela pandemia. O home office, a comunicação e o atendimento remotos, a virtualização e a digitalização, por exemplo, foram definitivamente impulsionados em razão da crise.

Nessa dança, ganham os processos mais racionalizados, e os talentos humanos que fazem a diferença – que agregam qualidade e valor, com ou sem crise. Perdem a burocracia, a lentidão, os processos mal pensados, e os talentos que não estavam auto-orientados para o futuro e suas competências exigidas.

Os novos tempos exigem pragmatismo, a necessidade de enxugar processos, de ir direto ao ponto, de economizar. Mas sem deixar de lado o necessário tempo para valorizar o bom trabalho, imaginar e inovar.

➡️ No campo das finanças das empresas, vale a mesma lógica: revisar e simplificar, p/ economizar. Duas boas perguntas relacionadas: sua empresa está pagando impostos a mais do que deveria? Qto dá p/ economizar ou, mesmo, recuperar? Para saber esta e outras informações, entre em contato com o escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial #resultados

parcerias

Dicas para a retomada #2 – Parcerias

Parceria sempre foi palavra importante no léxico empresarial. E, nestes tempos críticos em que estamos vivendo, ter as companhias certas, que ajudem a tornar as coisas mais fáceis, torna-se ainda mais relevante.
“Mais do que nunca, as empresas têm que se apegar nos parceiros estratégicos e enxergar a parceria como uma forma de geração de valor para sair da crise”, afirma o advogado Bruno Ladeira Junqueira, sócio-diretor do escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial.
Profissionais da Contabilidade e da Advocacia estão entre os tipos de parcerias destacadas pelo consultor que podem auxiliar neste momento de superação e retomada – e depois também.
“É muito recomendável buscar um parceiro estratégico contábil, que ajude, com os números, a tomar as decisões corretas, assim como um assessor jurídico, algo que hoje não é inacessível como há décadas atrás, quando somente empresas muito grandes falavam em ter uma assessoria jurídica ‘dedicada’. O cenário mudou. Estamos evoluindo – inclusive as pequenas empresas – para uma modelo mais americano de negócios, em que qualquer ato que venha a ser praticado numa vida civil da empresa tenha por sustentáculo uma assessoria jurídica robusta, que seja capaz de indicar coordenadas inteligentes, para que a decisão seja segura e bem tomada, e para que os efeitos dessa decisão sejam bem mapeados e monitorados”, analisa o consultor.
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